

Desde o desalinhamento da mordida até a assimetria facial, a cirurgia corretiva da mandíbula resolve desequilíbrios esqueléticos incluindo aqueles que exigem cirurgia corretiva da mandíbula para sobressaliência ou cirurgia para correção da mordida cruzada anterior que o tratamento ortodôntico isolado não consegue corrigir.
Respostas a perguntas comuns sobre o tratamento, incluindo adequação, detalhes do procedimento, recuperação e cuidados a longo prazo — ajudando-o a sentir-se informado e confiante antes de avançar.
Uma visão geral clara e passo a passo de como o tratamento é planeado e realizado, desde a consulta inicial até aos resultados finais, garantindo conforto, segurança e resultados previsíveis.
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Ambos os ortodontistas e cirurgiões bucomaxilofaciais avaliam você. Analisamos os dentes, o alinhamento da mandíbula e a estrutura facial, além de discutirmos suas preocupações e objetivos. Isso estabelece a base para um plano de tratamento preciso e personalizado.
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Utilizamos radiografias panorâmicas e cefalométricas, tomografias computadorizadas 3D para mapeamento preciso do osso maxilomandibular e ressonância magnética para visualizar os tecidos moles e a ATM. Esse detalhamento por imagem orienta um planejamento cirúrgico preciso, sem nenhum achismo.
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Nosso software avançado simula os movimentos da mandíbula e os resultados faciais para um plano preciso e específico para cada paciente. O ortodontista e o cirurgião colaboram para criar uma abordagem de tratamento unificada antes do início de qualquer procedimento.
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Quando necessário, são colocados aparelhos ortodônticos fixos ou alinhadores transparentes antes da cirurgia para alinhar os dentes dentro de cada arcada. Essa fase geralmente dura de 6 a 18 meses e prepara a mordida para a correção cirúrgica.
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Realizada sob anestesia geral, a mandíbula é reposicionada e fixada com placas e parafusos de titânio de acordo com o plano digital. O procedimento é executado por nossa equipe cirúrgica experiente em uma unidade totalmente equipada e estéril.
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O inchaço inicial atinge o pico entre 48 e 72 horas e diminui ao longo de semanas. A maioria dos pacientes retorna ao trabalho em 2 a 4 semanas, com recuperação total levando de 3 a 6 meses. As consultas de acompanhamento são agendadas para 2 a 5 dias, algumas semanas e de forma contínua por até 2 anos.